Ideias para a idade das perguntas
Dos 2 aos 3 anos o vocabulário explode, as mãos ficam mais precisas e o faz de conta ganha histórias inteiras. É a idade em que os jogos de associação, os puzzles de moldura e os primeiros riscos com giz fazem mais sentido, e em que ajudar a dar nome às emoções vale tanto como qualquer brinquedo.

Prendas pequenas que acertam sempre
Para brincar acompanhado
Riscar, apagar e voltar a começar
Servir o chá e cozinhar como os crescidos








Companheiros que brilham no escuro








Para falar do que se sente








Aos 2 anos funcionam bem os puzzles de moldura, os jogos de associação, os ímanes de madeira e tudo o que permita desenhar e apagar. São brinquedos que a criança consegue usar sozinha e que acompanham a explosão de vocabulário desta idade.
Jogos que ajudam a dar nome às emoções, como o jogo magnético das emoções, dão à criança palavras para o que sente e são uma ajuda real nesta fase. Não substituem a rotina e os limites, mas tornam a conversa mais fácil.
Entre 4 e 12 peças, de preferência em moldura de madeira e com pegas. Puzzles maiores frustram mais do que estimulam nesta idade.
As que crescem com a criança: um quadro magnético com ímanes, um conjunto de chá em madeira ou um jogo de memória continuam a ser usados aos 4 e 5 anos, com brincadeiras diferentes.
A madeira é mais resistente, tem peso e textura que ajudam a criança a perceber o que está a manipular, e dura o suficiente para passar a irmãos. Em contrapartida, o silicone é melhor para o banho e para a fase em que tudo vai à boca. Na prática, o material certo depende do uso.
Procuras para outra idade? Vê as ideias das faixas seguintes.